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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Já alguma vez se sentiram tão fracos, que se, vos pedissem para matar uma mosca, era com certeza a mosca que vos matava?!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


O nosso coração deveria ser como as gotas de chuva, cair no chão mas não se magoar.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ciúme compulsivo...



Não à nada mais doce que um beijo apaixonado e  nada mais amargo que o sabor da perda, já beijamos, já perdemos. Vivemos num mundo de sensações, sentimos o ciúme? Sentimos. Temos ciúmes do vento porque pode viajar por onde quer e tocar na face de quem amamos, temos ciúmes do mar porque envolve essa pessoa como nunca conseguiremos fazer, temos ciúmes da roupa que a veste porque a acompanha todo o dia, ciúmes das suas lágrimas porque nascem nos olhos que ambicionamos ter só para nós, ciúmes do sabão que lhe acaricia o corpo, ciúmes de tudo e de nada, ciúmes de nós próprios que a amamos tanto.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Quando começarem a ler já sabem que vão acabar...


Quando nascemos já sabemos que vamos morrer,
Quando adormecemos já sabemos que vamos acordar,
Quando viajamos para longe já sabemos que vai demorar,
Quando comemos um gelado já sabemos que vai ser frio,
Quando compramos roupa já sabemos que um dia vamos deixar de a usar,
Quando a comida está muito quente já sabemos que nos vamos queimar,
Quando a lua vai embora e o sol aparece já sabemos que vai amanhecer, isto decorre do hábito,
Mas e quando nos apaixonamos?

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amigos



Um pedaço, tlim, outro pedaço, tlim, e mais outro e outro, tlim, tlim, tlim...Ás vezes é assim que nos sentimos, a desmoronar e depois chegam os amigos com um grande balde de cola, um pincel e começam a árdua tarefa de voltar a colocar todos os pedaços no seu lugar. Os amigos são ou não são das melhores coisas do mundo?

terça-feira, 23 de agosto de 2011

...


É tão fácil falar sobre a tristeza mas falar sobre a felicidade é tão complicado, será por não estarmos habituados a sentir esse sentimento tanto quanto estamos habituados a sentir tristeza? O que assusta é isso mesmo a felicidade ser um sentimento mais abstracto que a tristeza. Mas que se pode fazer? A tristeza anda sempre escondida num cantinho do meu coração à espera de uma oportunidade para sair do esconderijo e o envolver todo e a felicidade só aparece de vez em quando se apanhar a tristeza distraída. É bom ter alguém que a distraia.

Dust Speck. onde andas tu? já não gostas do que escrevo? eras o único:(

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ás vezes não é fácil ser eu...

A Sª Vida



A vida pode ser má para mim, pode tirar-me coisas que nunca me vai devolver, mas também foi boazinha comigo pô-lo no meu caminho, juntou um pedaço lindo, maravilhoso que me dá alegria a cada mensagem de bom dia, a cada sorriso, a cada olhar, a cada beijo, o que mais desejo é não acordar um dia pela manhã e a vida o ter levado para longe de mim, e neste puzzle que é a minha vida ter deixado mais um buraco, pois há peças que quando se perdem mais nenhuma cabe no seu lugar.

Os nossos animais


 É impressionante como quando somos crianças na escola ou em casa partilhamos os brinquedos, as diversões, as emoções ou dissabores,  que por vezes, nos acontecem como por exemplo: perder o nosso boneco preferido. Entre muitas outras coisas...
Depois crescemos, uns tornam-se homens outros mulheres, outros mudam de tal forma que se transformam em animais capazes das mais diversas atrocidades para com a sua espécie, mas o que acho realmente fantástico é que os animais quando vêm um da sua espécie ferido vão lamber as suas feridas tentando assim evitar o sofrimento e homem animal muitas das vezes não vai "lamber as feridas" das pessoas que magoou, é considerado um ser racional mas tem atitudes mais animalescas e mais irracionais do que por vezes os verdadeiros animais. Por isto e por muito mais devemos cuidar dos nossos bichinhos pois são eles que vão estar connosco sempre que quisermos, pois, eles nunca terão de ir sair com um amigo, ou fazer isto ou aquilo, vivem para estar connosco e a maioria das vezes nós não temos essa noção. Os nossos animais estão aqui por nós.


Se à coisa que eu gosto de fazer é amar:) Amo o namorado, amo a família, os amigos, os bons vizinhos, a praia o sol, o fim de semana, amo tanta coisa...amo quem cá esta, quem vai estar, quem nunca esteve, quem já esteve e já foi. E vou amar até cair de tanto amor...

Acordar


A vida que vivemos é um sonho e quando acordamos (desse sonho que é a vida), morremos, porque o sonho acabou e aí sim, vamos começar a viver. Porque toda esta vida foi um sonho e acordamos e somos felizes!
Por isso todos aqueles que conhecemos e dizemos que morreram, não morreram. Acordaram!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

AJUDA, precisa-se:)

Sabem o que podiam fazer? ajudar-me a escrever...podiam dizer-me uma frase...sei lá..qualquer coisa. Obrigada:)

Saudades...





Já pensaram bem neste assunto? Isto de ter saudades...esta palavra...é estritamente portuguesa não existe tradução para outras línguas. portanto devemos todos estar orgulhosos por poder exprimir este sentimento apenas com uma palavra. Eu sinto saudades de tudo, do que fui, do que sou, do que vou ser, saudades das pessoas mesmo daquelas não vejo à uns minutos,daquelas que estão mesmo ao meu lado, porque sabemos que quem amamos não vai estar sempre ali ao nosso lado a ser protegido pelos nossos braços, vigiado pelo olhar atento dos nossos olhos e aquecido pelo calor do nosso corpo, as pessoas que amamos não ficam imunes aos problemas, as doenças aos acidentes só porque as amamos. O amor não chega. E as saudades têm um papel importante na protecção, pois se alguém não esta connosco são as saudades que nos fazem recordar, desejar, sofrer e acreditar que um dia ou daqui a umas horas essa pessoa voltará. E ainda acham que devemos matar saudades? Eu acho que não, devemos é guardá-las para quando forem necessárias outra vez. Vá arranjem por ai uma caixinha :)



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Outra pequena história...


A viagem começara cedo, o sol já nascera havia duas horas mas a geada demorava a derreter, assim como o sentimento de tristeza de Matilde.
Todos os anos é assim, a família junta-se e vão apreciar a natureza. Sentir a doçura do vento ao bater na face, o odor majestoso que as flores campestres exalam, escutar os segredos do mar, dançar ao som melodioso das estrelas, sentir-se voar no cimo de uma montanha...Mas o tempo passa e com ele leva a juventude, a energia, a capacidade de sonhar e as pessoas que fazem parte da nossa vida também vão com ele. Com a sua passagem levou o marido de Matilde para longe dela, levou-o para sempre e ela consegue entender o que é uma hora, um minuto, um segundo mas para sempre não aparece nos relógios, para sempre é muito tempo e muito difícil de perceber...Ele partiu e muita coisa ficou por dizer e fazer. Para ela esta viagem já não faz qualquer sentido, pois uma parte dela já foi com o vento, uma parte dela já está no fundo do mar, as pernas já não querem dançar, o coração não sente necessidade de bater e também perdeu a capacidade de ouvir o som das estrelas, não sente que voa, apenas se deixa cair.
A vida de Matilde está como uma gota de orvalho numa manhã de Verão: quase a extinguir-se.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

o amor nao tem fim




O amor é como a lua, quando pensamos que desapareceu, aparece na noite seguinte para nos iluminar.

Nunca tiveram a sensação de que a palavra "Amo-te" é pequena demais para exprimir o que realmente sentimos? Tem 5 letras e um hífen, será que não chega? Não, não chega, porque o amor é um sentimento enorme, o amor é uma palavra com muitas letras; para explicar o amor verdadeiramente teriam de ser inventadas mais letras, mais alfabetos pois um só não chega, porque o amor, meus amigos, o amor é um texto com muitas páginas tudo seguido sem virgulas sem "tracinhos" sem pontos de exclamação, interrogação ou reticências, e muito importante, sem ponto final porque o amor se é amor nunca tem fim. Por isso usamos o Amo-te e devemos dar imenso valor a esta palavra pois ela apesar de ser pequena é a roupa do sentimento mais doce do mundo.

Uma pequena história...


Uma gota, outra gota e mais outra e outra…foi assim que tudo começou, como o tic-tac-tic-tac de um relógio.
A Margarida já estava a imaginar o que aconteceria de seguida, aqueles barulhos assustadores, aqueles raios de luz a entrarem pela sala dentro como flechas, e o assobio do vento nas gretas da janela…
Nestas noites de tempestade, Margarida e os seus irmãos juntavam-se à lareira, aconchegavam-se no colo do avô e ouviam as suas histórias, umas assustadoras outras de encantar, mas todas elas especiais…
Agora só restam as recordações do seu avô. Lembra-se bem da noite em que o perdeu. Naquela noite de tempestade toda a gente termia, o mundo parecia descontrolado, a noite era dia, o vento era mais veloz que uma gazela, as árvores parecia quererem voar, a Margarida sentia medo, sentia muito medo, mas o seu avô não estava lá, então, depois do medo, veio a saudade e de mãos dadas com ela vinha a tristeza, e agora era o seu interior que parecia descontrolado, o seu coração queria voar a sua respiração estava cada vez mais forte, foi nesse instante que ela percebeu, realmente, o que era a morte…Aquela palavra estranha que a sua mãe lhe tinha dito na semana anterior:
- Querida, o avô estava muito doente e acabou por morrer esta manhã.
Mas Margarida não sabia o que era a morte, era pequena demais para a perceber. Para ela foi naquela noite de tempestade, em que o seu corpo ficou desordenado, que o avô morrera, pois naquele momento ele não estava lá para a proteger do medo, lembrou-se das palavras da mãe caiu na realidade e chorou.
Agora Margarida diz aos seus filhos que a morte é quando adormecemos para acordar mais fortes que nunca, e que aquilo que não vemos por vezes sentimos, basta olhar para o interior do coração.
Ela ainda chora, quando ouve o tic-tac da chuva nos vidros da janela.

Sem inspiração para escrever:(  ( talvez o que escrevo não agrade ás outras pessoas, talvez seja melhor parar porque as palavras devem ser bem usadas para lhes darmos vida e não serem assassinadas)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O que nos espera no fim da caminhada


Pensamos que temos a vida toda pela frente, e vamos caminhando por essa estrada… Mas certo dia, quando menos esperarmos, encontramos diante de nós, uma placa que não tem sentidos ou direcções, apenas três pequenas letras que juntas ditam a nossa sentença.Uma palavra fria e inaceitável por parte de alguns; a palavra – FIM. E é aqui que tudo acaba e que um novo inicio, começa a dar sinais da sua presença.

Há certas coisas, cujo fim nao existe...


Nós somos como as folhas de papel. Nascemos através da fusão de outros elementos, podemos ser brancos ou coloridos, ser macios ou ásperos; ao longo da vida podemos ser estimados e serem escritas em nós as mais belas frases do mundo, ou sermos amarrotados e usados apenas para rascunho, sendo depois substituídos por outra folha sem rasuras…
Tal como as folhas, poderemos ir parar ao lixo, mas sempre haverá alguém que nos irá lá buscar e seremos reciclados. E eu pergunto: -Meus amigos, quais são as folhas mais caras? As normais ou as recicladas?

Tenho pensado e...


São os pequenos acontecimentos diários que fazem a vida tão espectacular: o tocar do telefone, a saudação de bom dia do vizinho do lado, o olhar carinhoso das pessoas que amamos, o sorriso de um bebé que vemos na rua, mesmo quando vamos com pressa devido á rotina diária que nos acompanha, entre muitas outras coisas.
A verdade é que são as pequenas imperfeições que fazem a vida perfeita, aqueles acontecimentos aos quais raramente damos importância, acabam por dar um toque especial nos nossos dias.
Uma simples mensagem recebida pela manha ou a falta dela pode ser significativo para o nosso humor o resto do dia, ou uma boa parte dele. Quando alguém nos diz “Hoje estas especialmente bonito(a)”devemos guardar esse momento na nossa memória, afinal este dia já valeu a pena, nem que seja só pelo facto de alguém ter falado connosco; ou quando estamos numa fila de transito, super aborrecidos, a desejar não ter saído de casa, se pararmos para pensar existem muitas outras pessoas na mesma situação que nós basta para a frente, lado e para trás e então sentimo-nos melhor porque não estamos completamente sozinhos e afinal não somos os únicos a chegar atrasados.
Todos os acontecimentos ou situações que nos surgem, por mais invulgares ou insignificantes que pareçam ser, são algo importante para a felicidade de cada um de nós.
Pois, a vida é um puzzle e juntando todas as peças obtemos uma maravilhosa paisagem e  por vezes se ao juntarmos as peças a imagem parecer assustadora, então talvez esteja a faltar alguma peça :)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A irreversibilidade



Todos nós somos portadores da capacidade que é gostar: uns gostam do Verão, outros da Primavera, Outono ou Inverno; a grande diferença entre gostar das estações do ano e gostar de outras pessoas é que as estações vão embora quando chegam aqueles determinados  dias do calendário, mas voltam no ano seguinte, e as pessoas por vezes vão e já não voltam e não importa o dia que é, se já fizeram tudo o que tinham a fazer, se já viveram tudo o que tinham a viver. Elas foram e nunca mais voltarão. A vida é irreversível, se uma pessoa pára de viver hoje, não pode voltar à etapa anterior e voltar a viver!

O acto de proteger



Proteger é algo que devemos fazer uns aos outros, mas em demasia podemos cair no erro de proteger aqueles que amamos até mesmo das suas próprias vidas. Temos de saber dar a mão, quando não conseguem caminhar sem ajuda, mas também saber largá-la quando já aprenderam, para que sejam eles sozinhos a marcar o seu caminho.
A vida é composta de pedacinhos, uns maiores outros mais pequenos, uns mais importantes outros menos, doces ou amargos, mas todos eles especiais e juntos tornam-me no que sou.